Desde quando a proteção da propriedade intelectual?

Não se consegue contar a história da raça humana sem falar das descobertas e inovações que resultaram da criatividade do cérebro humano. Foi com essa criatividade que a humanidade alcançou o atual nível de desenvolvimento tecnológico e de qualidade de vida.

Em Itália, a cidade de Veneza, no século XV, era um importante centro comercial que também se dedicava às artes e às ciências. Muitos inventores aí residiam e assim nasceu a primeira lei para proteger os direitos dos inventores. Entretanto, muitos países foram adotando leis semelhantes.

Mais tarde, em 1886, foi aprovada na Suíça a chamada Convenção de Berna, para a proteção das obras literárias e artísticas que ainda hoje está em vigor.

Esta convenção reconhece as justas retribuições económicas aos criadores sobre as suas criações, assegurando-lhes o direito à sua produção, distribuição e disseminação sem o receio de cópias não autorizadas ou de pirataria.

Procurou-se, assim, estabelecer um sistema que contribuísse para melhorar a qualidade da vida humana, para ampliar o acesso às criações do engenho humano e para aumentar o aproveitamento do conhecimento e da cultura em todo o mundo.

Entretanto, sucederam-se várias organizações internacionais para permitir que muitos países tivessem regras comuns para proteger os Criadores.